A celebração do Natal é uma mistura de informações do inconsciente coletivo com origem nas festividades pagãs pelo Solstício de Inverno e renascimento do So dos povos pagãos, na Saturnália Grega (Festividades ao deus Saturno), os egípcios tinham como tradição transportar folhas de palmeiras para dentro de casa, na comemoração Cristã pelo nascimento de Jesus Cristo, oficializada em 336 d.C., nas festas de inverno germânicas que incorporaram a árvore e os presentes e a figura do pai de Yule, o deus Odin.
Na cultura celta, os druidas tinham o costume de decorar os carvalhos mais antigos com maçãs douradas para as festividades celebradas durante o Solstício de Inverno. A Árvore de Natal decorada com bolas e uma estrela no topo é uma releitura da antiga Árvore de Yule que os generosos dos tempos ancestrais decoravam, no intuito de agradecer e trazer abundância com velas, alimentos, flores, frutas, bolas coloridas, símbolos relacionados a Deus e o Pentagrama (substituído pela estrela guia no cristianismo).
o Solstício, que acontece no dia 21 de dezembro às 12h02min, marca no hemisfério Norte o ponto em que o Sol está mais afastado da Terra e início do Inverno (noites mais longas que o dia) e para nós, aqui no hemisfério Sul, o início do verão (dias mais longos que a noite).
Para quem moramos no Brasil, o Solstício (entrada do Sol em Capricórnio) traz a vibe do verão, comemorações pelo ano que passou (calendário Gregoriano – 31 de dezembro.
De qualquer forma, se estamos no inverno ou no verão, estamos coletivamente e inconscientemente nos recolhendo interiormente, em reflexão profunda e renascimento da luz interior, em ponto de escuridão máxima para anunciar o retorno gradual da claridade, um convite à introspecção, purificação e à preparação para novos ciclos de crescimento, um tempo para honrar o silêncio e buscar a sabedoria oculta para a reconstrução espiritual.
Quando o Sol entra em Capricórnio, representado pela cabra com cauda de peixe, é tempo de manter firme e focado no mundo material, mas também de acessar sabedoria interior e emoções profundas, conectando o terreno ao divino, a estrutura à intuição.
Assim somos nós, feitos de carne, osso e alma!
Feliz Natal a todos e um 2026 abençoado!
com amor, Gabriela
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